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Crianças e adolescentes em transição de modalidade de atendimento. Deixe o seu contato e a equipe retornará. infantojuvenil@sersaudemental.com.br
Ser Centro de Desenvolvimento Infantojuvenil Agendar

Terapias para autismo e neurodesenvolvimento planejadas para a necessidade real da criança

O plano terapêutico sai da avaliação da própria equipe, e não de uma prescrição pronta. Cada área trabalha o que aquela criança precisa agora, com o aprendizado indo para a vida fora daqui: a escola, a rua, a casa.

Cuidado sem sobrecarga: ajustamos e revisamos a carga terapêutica com base no desenvolvimento real.

  • Plano individual, não pacote de sessões
  • Equipe multidisciplinar no mesmo espaço
  • Salas adaptadas para cada intervenção
  • Lago Norte, Brasília

O que é a intervenção

Terapia é o que muda a rotina, não o que preenche a agenda

Intervenção infantojuvenil é um conjunto de sessões com objetivos definidos: comunicação, autonomia, convivência, atividades do dia a dia. Cada área da equipe trabalha uma parte, e as partes conversam entre si.

Não é sobre acumular horas de terapia. É sobre identificar quais intervenções aquela criança realmente precisa.

Uma criança pode precisar de duas áreas, outra de quatro. O que define isso é a avaliação funcional que a equipe faz, com testes e protocolos próprios, e não o número que veio escrito em um encaminhamento.

Uma carga excessiva também deixa de ser terapêutica: a criança precisa estudar, conviver com a família e viver situações comuns fora da clínica. O plano é construído contando com esse tempo, não contra ele.

Parte do plano também pode acontecer em grupo. Convivência, atenção e autonomia são habilidades que precisam de outras crianças para existir inteiras, e para isso existem os Programas Ser, ciclos em grupo que somam ao acompanhamento individual.

Duas crianças brincando, uma na mesinha com jogo de encaixe e outra no tatame

Quem atende

Cada área trabalha uma parte do mesmo plano

A integração é o ponto. As áreas avaliam separado, planejam juntas e revisam juntas, para a criança não receber quatro tratamentos paralelos que não se falam.

  • Psicologia
  • Neuropsicologia
  • Terapia Ocupacional
  • Fonoaudiologia
  • Psiquiatria infantojuvenil

O centro abre com estas cinco especialidades. Nutrição, Psicopedagogia, Neuropediatria, Fisioterapia, Musicoterapia e Educação Física entram conforme o serviço cresce, e esta página é atualizada quando isso acontecer. O responsável técnico e o registro profissional da unidade ficam no rodapé.

Áreas de desenvolvimento

Principais eixos do plano individual

Mapeamos os territórios de evolução mais comuns e selecionamos apenas os objetivos prioritários para o ritmo da sua família.

Comunicação

Falar, ser entendido, pedir o que precisa, e encontrar outras formas de se comunicar quando a fala não é o caminho principal.

Autonomia no dia a dia

Vestir-se, comer, cuidar da higiene, organizar a mochila. As tarefas que fazem a criança depender menos de alguém ao lado.

Convivência

Brincar junto, esperar a vez, lidar com o não, entrar e sair de um grupo sem que aquilo custe caro.

Regulação e sensorial

Barulho, textura, luz, mudança de plano. Trabalhar o que desregula e construir estratégias que a criança consiga usar sozinha.

Aprendizagem e atenção

Sustentar atenção, organizar uma tarefa e chegar ao fim dela. Costuma andar junto com o que a escola relata.

Habilidades para a vida real

Pedir em uma cafeteria, chamar um elevador, atravessar na faixa, lavar um prato. O aprendizado sai da sala e vai para onde a criança vive.

Quais objetivos entram, e em que ordem, é decisão da equipe junto com a família. Nada aqui é lista de serviços a contratar.

Como funciona aqui

Do primeiro plano à revisão, sem piloto automático

A intervenção começa depois que a equipe avalia. E não fica parada: o plano é revisto conforme a criança muda.

  1. Etapa 1: Avaliação funcional de cada área

    Antes de marcar qualquer sessão, os profissionais das áreas indicadas avaliam a criança dentro da própria especialidade, com testes e protocolos.

    Depende do caso

    Quais áreas avaliam depende do que o diagnóstico e a demanda da família apontaram. Nem toda criança passa por todas.

  2. Etapa 2: Plano terapêutico individual

    As avaliações são reunidas em um plano: quais objetivos, quais áreas, com que frequência e por quê. A família recebe isso explicado, não só assinado.

    Depende do caso

    A frequência sai daqui. Duas sessões bem escolhidas podem valer mais do que uma agenda cheia.

  3. Etapa 3: As sessões

    Cada área trabalha os objetivos do plano em salas preparadas para o tipo de intervenção. As áreas conversam entre si, em vez de cada uma seguir por conta.

    Depende do caso

    O formato muda com a idade e com o objetivo: brincar, mesa, movimento, atividade prática.

  4. Etapa 4: Fora da sala

    Parte do trabalho acontece em situações reais: pedir em uma cafeteria, usar um elevador, atravessar a faixa, tarefas de cozinha. O objetivo é que a habilidade exista onde a criança vive.

    Depende do caso

    Quando e como isso entra depende do objetivo, da idade e do que for combinado com a família.

  5. Etapa 5: Revisão do plano

    Cada sessão é registrada, os casos passam por supervisão técnica a cada quinze dias e a equipe se reúne mensalmente para discutir cada plano. A cada ciclo a decisão é uma de quatro: manter, reduzir, ampliar ou dar alta. Reduzir intervenções também é resultado.

    Depende do caso

    Um objetivo que não avança em duas a quatro semanas é motivo para rever o plano, e não para insistir. A família recebe uma devolutiva a cada três meses. [PREENCHER: de quanto em quanto tempo acontece a reavaliação formal, trimestral ou semestral]

Nossas diretrizes de cuidado

  • Autonomia e respeito: foco no bem-estar real, sem buscar normalização.
  • Plano flexível: condutas adaptadas e reavaliadas periodicamente.
  • Caminho individual: respeito absoluto ao ritmo de cada criança.
  • Qualidade além do volume: carga horária dimensionada com critério técnico.
  • Respeito à infância: a terapia soma à vida escolar e familiar, sem substituí-las.
Um livro ilustrado aberto sobre uma mesa de madeira

O que a família recebe

A família não fica do lado de fora

Enquanto a criança é atendida, os responsáveis precisam entender o que está sendo trabalhado e por quê. Sem isso, o que acontece aqui não chega em casa.

O plano por escrito

Objetivos, áreas envolvidas e frequência, em linguagem que dá para levar para a escola e para outros profissionais.

Orientação aos responsáveis

O que está sendo trabalhado, o que sustentar em casa e o que não precisa virar tarefa de casa.

Revisão junto com a equipe

Conversas de acompanhamento em que o plano é ajustado com a família, não comunicado depois de pronto.

Um espaço pensado para elas

As sessões acontecem em prédio próprio, em salas adaptadas para cada tipo de intervenção, com ambulatório médico em outro andar.

Perguntas frequentes

O que as famílias perguntam antes de começar

Quantas sessões por semana meu filho vai precisar?
Isso sai da avaliação funcional, não de uma tabela. Uma criança pode precisar de duas áreas, outra de quatro, e a mesma criança pode precisar de mais em um momento e de menos em outro. Mais horas não significam mais evolução.
Precisa ter diagnóstico para começar a terapia?
O plano terapêutico daqui nasce depois do diagnóstico médico e das avaliações da equipe, porque é isso que define quais intervenções fazem sentido. Se ainda não existe diagnóstico, o primeiro passo é a avaliação.
Quais abordagens vocês usam?
A abordagem é definida por cada profissional a partir da avaliação e do objetivo daquela criança, dentro de práticas baseadas em evidência. Entre as que a equipe utiliza estão a ABA (análise do comportamento aplicada, que trabalha habilidades e comportamento a partir de objetivos observáveis), o PROMPT (técnica de fonoaudiologia que apoia a produção da fala pelo toque nos pontos de articulação) e a CAA (comunicação aumentativa e alternativa, para crianças que se comunicam melhor por imagens, pranchas ou dispositivos, e que não substitui a fala: apoia a comunicação enquanto ela se desenvolve), a Integração Sensorial de Ayres, com certificação CLASI na terapia ocupacional (trabalha como a criança recebe e organiza barulho, textura, luz e movimento), e a terapia em grupo dos Programas Ser. Qual delas entra, e em que medida, sai da avaliação de cada área, e não de um pacote definido antes de conhecer a criança.
A criança precisa deixar a escola para fazer terapia?
Não. A escola faz parte do desenvolvimento e o plano é montado contando com ela. Uma carga de terapia que inviabiliza a escola e a convivência deixa de ser terapêutica.
Por quanto tempo dura o acompanhamento?
Depende da criança e dos objetivos do plano. O acompanhamento é revisto periodicamente e pode aumentar, diminuir ou ser reorganizado. Reduzir intervenções, quando a criança avança, também é um resultado.
Já fazemos terapia em outro lugar. Dá para trazer só uma área?
Fale com a equipe. O que buscamos é que as áreas conversem entre si, então quando parte do acompanhamento fica fora isso precisa ser combinado, para o plano não ficar fragmentado.
Atendem adolescentes?
Sim. O centro atende crianças e adolescentes, e a intervenção muda bastante conforme a idade: os objetivos de um adolescente são outros. Fale com a equipe sobre o caso.

Estas respostas são orientação geral e não substituem uma avaliação. Cada criança é avaliada individualmente.

Agendar avaliação

Comece pela avaliação

O plano terapêutico nasce da avaliação. Deixe seu contato e a equipe retorna para entender o caso e explicar o percurso.

WhatsApp
(61) 3468-5700
Endereço
St. de Habitações Individuais Norte CA 11 - Lago Norte, Brasília - DF, 71503-511 - Sala 206A
Horários
Segunda a Sexta-Feira